Clima Corporativo como Ativo de Geração de Resultados
Qual o valor de um funcionário motivado, comprometido e engajado? Proatividade e competência têm preço? Qual o diferencial proporcionado por um colaborador talentoso e frequentemente treinado? Alguma dúvida de que um corpo de funcionários eficiente e interessado é um ativo intangível diretamente ligado à performance da empresa e seu sucesso? Mas como gerar este clima corporativo propício para a geração de resultados? Muitas são as respostas possíveis, porém uma abordagem comum adotada atualmente trata da aderência entre os valores pessoais dos funcionários de uma empresa e sua cultura corporativa (visão, missão, valores, etc). Quanto maior este alinhamento, maior a capacidade da empresa de gerar engajamento, energia e motivação de seus funcionários em atingir um determinado objetivo, por mais ambicioso ou “impossível” que este possa parecer em um primeiro momento.
Leia maisA Importância do Engajamento Pessoal para as Organizações que Aprendem
Atualmente, muito se fala nos diferenciais ou vantagens competitivas proporcionadas pela gestão do conhecimento, pela enorme quantidade, variedade e facilidade de acesso a informações, pelas redes digitais, colaboração, interação e outras formas de se adquirir maior capacidade competitiva pelo investimento em sistemas, plataformas e modelos de gestão e organização destes ativos do Conhecimento. Sem tirar o valor intrínseco de cada um deles, assim como da importância e vantagens em se desfrutar de ambientes, redes e ferramentas que proporcionem níveis de relacionamento, troca de dados, informações e/ou análises, há um outro fator que faz toda a diferença, antecedendo e acompanhando todos os momentos do uso conhecimento nas empresas, assim como no processo de interação entre pessoas: a capacidade de aprender.
Leia maisE-Book – Talentos Maximizando Valor
E-Book Talentos Maximizando Valor DOM Strategy Partners 2010 View more presentations from DOM Strategy Partners
Leia maisConfiança: Um Fator Decisivo para a Maximização da Performance nas Empresas
“A moeda da convivência democrática é a confiança. Sem ela, tudo fica mais caro” (Robert Putnam) Nos últimos tempos temos muito ouvido a palavra projetos: trabalhar por projetos, metas dos projetos, times de projeto etc. De fato, as organizações brasileiras começaram a se moldar para trabalhar desta forma. Sem dúvida nenhuma essa é uma grande tendência mundial; uma grande maioria das atividades das empresas tenderá a ser tratada como projeto. Com isso ficará mais fácil dimensionar seus custos e, portanto, seus lucros... afinal, tudo girará em torno de projetos específicos. Essa tendência valerá principalmente para as empresas de serviços que, na maioria das vezes, utilizam como moeda de escopo e precificação dos projetos a famosa relação H/H (Hora/Homem). Antigamente, o modelo de produção era fundamentado no Taylorismo, que baseou o processo produtivo no aprendizado pela repetição de ações elementares – um trabalho eminentemente braçal. Depois veio o Fordismo, que organizou o trabalho de maneira seqüencial, criando o conceito de linha de montagem, focada em produtividade. A melhora deste modelo veio com a empresa de automóveis sueca Volvo que, unificando o conceito de linha de produção pré-existente com as reivindicações dos operários por modelos mais ricos e inteligentes de trabalho, criou o modelo de grupos de trabalhos ou células com poder de decisão. (more...)
Leia maisGerenciando a Metade do Investimento em Marketing Que Vai para o Lixo
Existe uma máxima dentre os profissionais de marketing de que “metade do dinheiro investido em marketing vai para o lixo, só não se sabe qual metade”. Apesar de dita sempre em tom de sátira ou gozação, o fundo de verdade desta afirmação não deixa de transparecer: se o Marketing não gera resultados tangíveis ou perceptíveis através de indicadores como aumento de vendas ou market-share, parte do investimento certamente foi jogada no lixo. Porém, essa forma de compreender os investimentos em Marketing como despesa ou custo desconsidera seu principal valor. Um valor qualitativo, de difícil mensuração pelos instrumentos de gestão tradicionais, mas que representa a principal arma para a competitividade das empresas hoje: o Valor do Marketing como potencializador dos chamados Ativos Intangíveis, como Marcas, Imagem, Conhecimento, Relacionamento, dentre outros. Nessa visão, os investimentos em ações de marketing, comunicação, relacionamento e demais ações não são jogados no lixo, mas sim contabilizados como parte do valor intangível da empresa, traduzido pelo delta de seu valor de mercado menos seu patrimônio líquido.
Leia maisP: Como Justificar os Gastos e Investimentos em Ativos Intangíveis? R: Modelo IAM®
Empresas líderes dos mais variados segmentos têm utilizado a Metodologia IAM® para responder adequadamente às perguntas acima e, com isso, têm se mostrado mais eficientes na correta Identificação, Categorização, Medição e Gerenciamento dos chamados Ativos Intangíveis Estratégicos. (more...)
Leia maisA Gestão de Intangíveis na Prática: O Modelo IAM
Na Era do Conhecimento, os Ativos Intangíveis (Marcas, Tecnologia, Relacionamentos, Sustentabilidade, Clientes e Consumidores, Inovação, Governança Corporativa, Conhecimento, Talentos, dentre outros) representam grande parte do valor de uma empresa, a diferença entre seu valor de mercado e seu valor contábil. Mensurar e gerenciar os intangíveis é tarefa fundamental para a sobrevivência e competitividade de qualquer empresa que objetive encontrar seu oásis singular de valor no deserto global da competitividade dos mercados. Porém, com a crescente dissolução das fronteiras organizacionais, convergência de tecnologias, flexibilização dos modelos de negócios, concorrência intensiva e atuação do consumidor 2.0, tal tarefa atinge altos níveis de complexidade. Em resposta a tal contexto, a DOM/SP desenvolveu a metodologia Intangible Assets Management (IAM) que capacita sua empresa a identifica, categorizar, medir e gerenciar seus ativos intangíveis com excelência. O início de um processo de implementação do IAM consiste em reconhecer que eles existem com ativos e compreender sua natureza.
Leia maisA Evolução do Consumidor
Como se cria um consumidor moderno? No Brasil, ele surgiu depois de uma série de transformações dramáticas e aceleradas, que modificaram sobremaneira o seu comportamento, suas atitudes e a sua percepção de coadjuvante nas relações de consumo. O resultado dessa gênese foi um indivíduo único no mundo. No início, foi a palavra. Ou melhor, o Código de Defesa do Consumidor, em vigor desde março de 1991. Se outras leis não pegaram, o código foi uma das raras regulamentações que realmente deu certo. Deve ser motivo de orgulho para cada brasileiro. Em particular, devemos sempre lembrar de conquistas, como a obrigatoriedade de estampar o prazo de validade em todos os produtos. Pode anotar, cidadão brasileiro, isso é coisa nossa. Em qualquer supermercado dos Estados Unidos você verá enlatados, guloseimas, hidratantes e protetores solares sem data de fabricação ou validade. Outro item impressionante é a lei do SaC, em vigor a partir de 31 de julho de 2008. Nesse caso também não há precedentes em todo o mundo.
Leia maisAs Cinco Competências dos Líderes no Mundo Empresarial Reconfigurado*
*César Souza é presidente da EMPREENDA, consultor, palestrante e autor de VOCE É O LIDER DA SUA VIDA (Sextante, 2007) e de CARTAS A UM JOVEM LIDER (Campus, 2010). Em um mundo empresarial reconfigurado, precisamos mudar a forma de pensar sobre como exercemos a Liderança. As competências que foram aplicáveis durante os últimos 50 anos já não são mais tão úteis na nova sociedade do serviço, do cliente, do relacionamento móvel e do mundo volátil em que vivemos. Parecem desmoronar as conhecidas verdades sobre a motivação no trabalho, a lealdade, o comprometimento e… a liderança! A escassez de líderes competentes é um fato. No campo político, a grande maioria dos países ressente-se da falta de estatura e competência de seus líderes. No mundo empresarial as empresas não conseguem formar líderes em quantidade e qualidade suficientes para se expandirem, nem para se posicionarem mais próximos de seus clientes, fornecedores, parceiros. Nas famílias agrava-se a distância entre pais e filhos que acaba incubando cenas de violência impensáveis. As comunidades ressentem-se de lideranças mais eficazes. Vivemos uma crise de escassez de líderes íntegros capazes de agir para enfrentar os desafios recorrentes e não apenas jogar para a platéia. (more...
Leia maisViva o Código de Defesa do Consumidor!
Há 20 anos o CDC foi promulgado. Sua consolidação tornou-se referência de cidadania para a sociedade. E mais, influenciou outros países a adotarem algo similar pelo seu caráter de vanguarda. Entre as principais conquistas do código podemos citar a inclusão da data de validade em todos os produtos perecíveis - prática sem equivalência em outros países, mormente no Primeiro Mundo. Esse foi só o início de um novo caminho aberto pelo código. Na vida pós CDC, os fornecedores também passaram a serem responsáveis por qualquer prejuízo ou dano nos produtos e serviços, e o ônus da prova foi invertido. Como conseqüência, houve um avanço na abertura de canais de comunicação entre empresas e clientes por meio dos serviços de atendimento nas companhias, com o objetivo de reduzir as reclamações nos Procons. Tentativa louvável, mas não efetiva. A evolução da conscientização do consumidor foi muito superior e mais rápida do que o aparelhamento e a estruturação interna das empresas para atenderem à crescente demanda e expectativas dos clientes. Esse fato se agravou ao longo dos últimos anos, até por conta da incrível emergência do consumidor de menor renda. O cliente se tornou o grande protagonista das relações de consumo.
Leia mais















