Profissionais-Aranha na Teia do Conhecimento
Muito temos falado do conhecimento sob a ótica das corporações. O processo de Knowledge Management (KM) tem sido um tema absolutamente vivo em nossos estudos e projetos, até porque acreditamos ser, de fato, vantagem competitiva sustentável que as empresas podem ter para evoluir nos seus mercados de atuação. As empresas do Século XXI precisam estar abertas a absorver todo tipo de informação do meio, transformando-as em conhecimento aplicável, competitivo. Como todo processo de troca com o meio, sempre há a possibilidade de absorção de “pacotes” indesejáveis. É importante entendermos que são exatamente esses pacotes que causam as transformações estruturais nas empresas; o choque de rotina que as faz evoluir, aprender com seus erros. Como na biologia, também nos negócios, a vida mostra que precisamos errar para evoluir.
Leia maisO Treinamento Corporativo e Sua Importância Estratégica
A combinação de apagão de talentos, crescimento econômico e aumento da complexidade dos negócios fizeram com que os programas de treinamento corporativo passassem a ter importância estratégica em muitas empresas. O mesmo pode ser dito sobre as pessoas que trabalham em tais organizações. Afinal, seus job descriptions cada vez mais requerem um conjunto de habilidades, conhecimentos e capacidades de lidar com novas ferramentas e tecnologias em um ambiente caracterizado pela incerteza e mudança. (more...
Leia maisClima Corporativo como Ativo de Geração de Resultados
Qual o valor de um funcionário motivado, comprometido e engajado? Proatividade e competência têm preço? Qual o diferencial proporcionado por um colaborador talentoso e frequentemente treinado? Alguma dúvida de que um corpo de funcionários eficiente e interessado é um ativo intangível diretamente ligado à performance da empresa e seu sucesso? Mas como gerar este clima corporativo propício para a geração de resultados? Muitas são as respostas possíveis, porém uma abordagem comum adotada atualmente trata da aderência entre os valores pessoais dos funcionários de uma empresa e sua cultura corporativa (visão, missão, valores, etc). Quanto maior este alinhamento, maior a capacidade da empresa de gerar engajamento, energia e motivação de seus funcionários em atingir um determinado objetivo, por mais ambicioso ou “impossível” que este possa parecer em um primeiro momento.
Leia maisA Importância do Engajamento Pessoal para as Organizações que Aprendem
Atualmente, muito se fala nos diferenciais ou vantagens competitivas proporcionadas pela gestão do conhecimento, pela enorme quantidade, variedade e facilidade de acesso a informações, pelas redes digitais, colaboração, interação e outras formas de se adquirir maior capacidade competitiva pelo investimento em sistemas, plataformas e modelos de gestão e organização destes ativos do Conhecimento. Sem tirar o valor intrínseco de cada um deles, assim como da importância e vantagens em se desfrutar de ambientes, redes e ferramentas que proporcionem níveis de relacionamento, troca de dados, informações e/ou análises, há um outro fator que faz toda a diferença, antecedendo e acompanhando todos os momentos do uso conhecimento nas empresas, assim como no processo de interação entre pessoas: a capacidade de aprender.
Leia maisE-Book – Gestão de Valor
E-Book Gestão de Valor DOM Strategy Partners 2010 View more documents from DOM Strategy Partners
Leia maisConfiança: Um Fator Decisivo para a Maximização da Performance nas Empresas
“A moeda da convivência democrática é a confiança. Sem ela, tudo fica mais caro” (Robert Putnam) Nos últimos tempos temos muito ouvido a palavra projetos: trabalhar por projetos, metas dos projetos, times de projeto etc. De fato, as organizações brasileiras começaram a se moldar para trabalhar desta forma. Sem dúvida nenhuma essa é uma grande tendência mundial; uma grande maioria das atividades das empresas tenderá a ser tratada como projeto. Com isso ficará mais fácil dimensionar seus custos e, portanto, seus lucros... afinal, tudo girará em torno de projetos específicos. Essa tendência valerá principalmente para as empresas de serviços que, na maioria das vezes, utilizam como moeda de escopo e precificação dos projetos a famosa relação H/H (Hora/Homem). Antigamente, o modelo de produção era fundamentado no Taylorismo, que baseou o processo produtivo no aprendizado pela repetição de ações elementares – um trabalho eminentemente braçal. Depois veio o Fordismo, que organizou o trabalho de maneira seqüencial, criando o conceito de linha de montagem, focada em produtividade. A melhora deste modelo veio com a empresa de automóveis sueca Volvo que, unificando o conceito de linha de produção pré-existente com as reivindicações dos operários por modelos mais ricos e inteligentes de trabalho, criou o modelo de grupos de trabalhos ou células com poder de decisão. (more...)
Leia maisO Valor da Gestão Estratégica dos Ativos Intangíveis
O planejamento estratégico, ao estabelecer metas e objetivos para a empresa, realiza uma profunda análise acerca de variáveis e condicionantes internas e externas a fim de projetar resultados derivados dos planos de ação e investimentos priorizados para determinado período de atuação. Apesar dos resultados projetados serem, em sua grande maioria, resultados tangíveis, percebe-se que uma grande parcela dos resultados obtidos, assim como a boa parcela da composição de valor da empresa, é fundamentada nos chamados ativos intangíveis. Uma vez que não podemos deixar de considerar os impactos, ainda que indiretos, dos ativos intangíveis nos resultados gerados e no valor de mercado da companhia, faz-se necessária a implementação de um eficiente modelo de gestão e mensuração dos resultados trazidos ou potencializados por esses valiosos ativos, bem como do valor protegido por eles, já que, em geral, concentram grandes orçamentos em suas áreas de governança (vide Marketing, Sustentabilidade, RH e TI).
Leia maisGerenciando a Metade do Investimento em Marketing Que Vai para o Lixo
Existe uma máxima dentre os profissionais de marketing de que “metade do dinheiro investido em marketing vai para o lixo, só não se sabe qual metade”. Apesar de dita sempre em tom de sátira ou gozação, o fundo de verdade desta afirmação não deixa de transparecer: se o Marketing não gera resultados tangíveis ou perceptíveis através de indicadores como aumento de vendas ou market-share, parte do investimento certamente foi jogada no lixo. Porém, essa forma de compreender os investimentos em Marketing como despesa ou custo desconsidera seu principal valor. Um valor qualitativo, de difícil mensuração pelos instrumentos de gestão tradicionais, mas que representa a principal arma para a competitividade das empresas hoje: o Valor do Marketing como potencializador dos chamados Ativos Intangíveis, como Marcas, Imagem, Conhecimento, Relacionamento, dentre outros. Nessa visão, os investimentos em ações de marketing, comunicação, relacionamento e demais ações não são jogados no lixo, mas sim contabilizados como parte do valor intangível da empresa, traduzido pelo delta de seu valor de mercado menos seu patrimônio líquido.
Leia maisP: Como Justificar os Gastos e Investimentos em Ativos Intangíveis? R: Modelo IAM®
Empresas líderes dos mais variados segmentos têm utilizado a Metodologia IAM® para responder adequadamente às perguntas acima e, com isso, têm se mostrado mais eficientes na correta Identificação, Categorização, Medição e Gerenciamento dos chamados Ativos Intangíveis Estratégicos. (more...)
Leia maisGestão de Ativos Intangíveis: O Caminho do Crescimento com Valor Sustentável
É consenso entre as empresas e seus executivos que procurar novos focos para gerar crescimento de dois dígitos de forma a satisfazer os mais exigentes acionistas é tarefa tão necessária, quanto árdua. Fato é que são poucas as empresas globais que têm conseguido gerar, de forma consistente e contínua, margens de crescimento superiores a 10% ao ano. Neste jogo do mercado, a prerrogativa do acionista é a remuneração de seu capital na máxima possibilidade possível. A obrigação do gestor, do líder, do CEO, é criar estratégias e mecanismos para que isso seja possível, usando o mínimo de recursos possível. O inimigo é a concorrência, que compete pelos recursos escassos de market-share, mind-share e pocket-share. O Big Brother é o mercado e seus analistas, traders, investidores, market-makers e reguladores, que julgam as estratégias dessas empresas, impondo, em mercados mais desenvolvidos, o desafio da performance superior quarter a quarter. Fecham a equação de agentes, outros influentes reguladores, como ONGs e imprensa, que têm o poder de amplificar para o bem ou para o mal o que cada competidor faz para vencer o jogo, o Governo e a Sociedade e seus diversos interesses, os clientes e consumidores com seus diversos chapéus (e todo poder de conferir, em última instância, a vitória a quem desejarem) e os “aliados” que trabalham em/para cada competidor, traduzidos na figura de colaboradores, terceiros, fornecedores, parceiros, etc.
Leia mais















