Para botar em dia a leitura sobre sustentabilidade
Janeiro é sempre uma espécie de teste de fogo para o cumprimento daquelas promessas que, culposos, nos fazemos na virada de ano. Se você, caro leitor, assumiu para si o encargo de pôr em dia a lei
Leia maisSustentabilidade Pode Fazer Bem ou Mal para o Valor Reputacional e de Mercado das Empresas
Sobreviver corporativamente hoje e no futuro passa por entender que qualquer organização empresarial faz parte de um todo, que deve ser sustentável. Para que ela tenha sucesso, seu ambiente, formado pelo conjunto de seus stakeholders diretos e indiretos, deve ter sucesso e deve prosperar. O conceito de Sustentabilidade Corporativa está embasado no “triple bottom line”, termo cunhado pelo cientista social inglês John Elkington, fundador da SustainAbility, reconhecida empresa especializada em aconselhamento de negócios sustentáveis, que estuda o assunto há mais de 30 anos. A expressão “triple bottom line” reúne, simultaneamente, o resultado econômico-financeiro, o resultado social e o resultado ambiental - cada vez mais valorizado por acionistas e clientes, tornando-se um imperativo para o sucesso das corporações. O lucro empresarial permanece imperativo, porém deve ser entendido como combustível para o alcance da missão das empresas. Ao mesmo tempo, a sociedade passa a exigir dessas empresas, principalmente as de capital aberto, que adotem a prática da transparência nos seus processos de governança corporativa e distribuição de riquezas. Os consumidores, por sua vez, estão cientes de seu poder de transformação social e demandam responsabilidade das empresas no que se refere às questões sociais e ambientais. O novo cenário dita: é premissa pensar além das cifras; é preciso avaliar o que o mercado e seus stakeholders, o país e o mundo vão ganhar também.
Leia maisE-Book – Sustentabilidade na Competitividade dos Negócios
E-Book Sustentabilidade na Competitividade dos Negócios DOM Strategy Partners 2010 View more documents from DOM Strategy Partners
Leia maisSustentabilidade Sem Percepção Não Tem Valor
Que a Sustentabilidade faz parte da pauta do momento nos fóruns corporativos, sejam de alto, médio ou baixo escalão já não é novidade. Os conceitos estão cada vez mais sendo compreendidos, iniciativas (pontuais ou estratégicas) adotadas e resultados obtidos por empresas e instituições. Porém, olhar as dinâmicas que fomentam ou impedem a adoção da Sustentabilidade em um espectro mais amplo – inserida no modelo econômico, setorial e de negócios e não como atividade filantrópica, indireta ou colateral – é crucial para se garantir, não apenas um impacto positivo no triple bottom line, como também um ganho real de Reputação, através – mas não somente - da associação contínua do atributo “Sustentável” ao processo de Branding e Comunicação com os diversos Públicos de Interesse.
Leia maisOs “BRICS” (Argh) no Futuro da Economia Global e a Paz como Vantagem Competitiva para o Brasil
Neste artigo, procuraremos lançar mão da idéia de que, dada a atual conjuntura global e suas perspectivas para os próximos anos, o Brasil pode, de fato, se posicionar como um dos principais países emergentes nos próximos 50 anos, dividindo este posto com China e Índia. Da forma como enxergamos aqui na DOM Strategy Partners, podemos dividir o mundo hoje basicamente em 11 blocos:
Leia maisSustentabilidade – Mais do que Consciência, uma Questão de Renovação
Sustentabilidade é um tema que vem atraindo grande interesse dos mais variados públicos. Sua importância cada vez mais é explicitada e comprovada com dados e acontecimentos que impactam a todos nós de forma extremamente perceptível. Todos percebem ou são afetados diretamente pela qualidade do ar, pela pobreza e miséria, pelo clima, pelos preços de produtos (que usam insumos cada vez mais escassos), pelos desastres naturais, pelas plataformas políticas (vide Marina Silva na última eleição presidencial), dentre outros. Neste contexto em que ninguém pode se eximir das responsabilidades e impactos gerados pelas nossas próprias ações, este é assunto que afeta nada menos do que toda a humanidade. De alertas proferidos pelos chamados ecochatos à pauta de discussão de organizações internacionais, grupos de países, países, empresas, comunidades e famílias, todos parecem consensar, em alguma dimensão, que o futuro do mundo e de todos que nele habitam está sob risco (sem falsos alertas ou extremismos).
Leia maisTemas Críticos, Diretrizes e Gestão ou os 3 passos de uma Estratégia de Sustentabilidade Vencedora
Percepção de Valor de Sustentabilidade No que tange à sustentabilidade, a reputação e a credibilidade de empresas como Natura e Santander (ainda muito por efeito oriundo do Banco Real) são resultado da capacidade dessas empresas de apreenderem os conceitos de sustentabilidade e os transformá-los em práticas tangíveis e gerenciáveis. Dessa forma elas têm sido capazes de co-construírem com (e para) seus stakeholders operações mais eficientes sob a ótica do Triple Bottom Line. Nesse artigo, analisaremos brevemente os 3 passos de uma estratégia de sustentabilidade vencedora. 1. Identificar os Temas Críticos em Sustentabilidade para seus stakeholders Partindo do pressuposto que a Sustentabilidade, como ativo e como prática, já estão endereçadas na estratégia e no negócio da companhia – pelo menos como conceito/intenção, o primeiro pilar de uma estratégia de sustentabilidade vencedora é a identificação dos temas críticos de sustentabilidade para seus stakeholders, o que necessariamente presume um mapeamento detalhado e criterioso sobre quem são os stakeholders da empresa, de suas marcas, produtos e serviços. (more...)
Leia maisGestão de Ativos Intangíveis: O Caminho do Crescimento com Valor Sustentável
É consenso entre as empresas e seus executivos que procurar novos focos para gerar crescimento de dois dígitos de forma a satisfazer os mais exigentes acionistas é tarefa tão necessária, quanto árdua. Fato é que são poucas as empresas globais que têm conseguido gerar, de forma consistente e contínua, margens de crescimento superiores a 10% ao ano. Neste jogo do mercado, a prerrogativa do acionista é a remuneração de seu capital na máxima possibilidade possível. A obrigação do gestor, do líder, do CEO, é criar estratégias e mecanismos para que isso seja possível, usando o mínimo de recursos possível. O inimigo é a concorrência, que compete pelos recursos escassos de market-share, mind-share e pocket-share. O Big Brother é o mercado e seus analistas, traders, investidores, market-makers e reguladores, que julgam as estratégias dessas empresas, impondo, em mercados mais desenvolvidos, o desafio da performance superior quarter a quarter. Fecham a equação de agentes, outros influentes reguladores, como ONGs e imprensa, que têm o poder de amplificar para o bem ou para o mal o que cada competidor faz para vencer o jogo, o Governo e a Sociedade e seus diversos interesses, os clientes e consumidores com seus diversos chapéus (e todo poder de conferir, em última instância, a vitória a quem desejarem) e os “aliados” que trabalham em/para cada competidor, traduzidos na figura de colaboradores, terceiros, fornecedores, parceiros, etc.
Leia maisValor da Sustentabilidade
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Leia maisApelo verde chega à Propaganda de Produtos no Brasil
Por: Ricardo Voltolini Em palestra, no início deste ano, para apresentação de dossiê sobre consumo consciente da revista Ideia Sustentável, afirmei aos cerca de 120 presentes que, em pouco tempo, veríamos um aumento da propaganda de produtos verdes nos jornais, revistas e TVs. Em tese, minha aposta se baseava na ideia de que as mensagens de comunicação do tipo “olha como temos valores e princípios de sustentabilidade” – um tanto etéreas, vagas e descoladas do negócio das empresas – passariam a dividir espaço com as que vendem os atributos ambientais ou socioambientais de uma linha de produtos. A reação foi de algum descrédito. Justificável, aliás. Um dos participantes, jovem profissional da área de varejo, chegou a me questionar se tal previsão não contradizia dados reforçados na minha apresentação. Afinal, utilizando números de um estudo da Market Analysis, parceira de Ideia Sustentável no dossiê, eu acabara de afirmar, entre outras coisas, que quase 60% dos brasileiros são indiferentes às questões socioambientais na hora de comprar um produto; apenas 20% se dizem atentos e bem informados sobre o comportamento socioambiental de empresas; e a sustentabilidade tem só 9% de peso relativo na decisão de compra de um indivíduo, atrás de preço, qualidade e disponibilidade do produto. (more...)
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