Arquivo de Sustentabilidade Archives - Page 2 of 5 - TheDOMNetwork!

10Feb2011

Mais uma vez: três Empresas Brasileiras na lista das TOP 100 em Sustentabilidade

Acaba de sair do forno, ainda quentinha, uma nova lista das 100 empresas mais sustentáveis do mundo, realizada pela Corporate Knigths, revista de sustentabilidade baseada em Toronto, no Canadá. Em sua sétima edição, este ranking – que já se tornou um dos mais aguardados – inclui mais uma vez três empresas brasileiras: a Natura (na posição 66), a Petrobras (88) e o Bradesco (91). Como de praxe, listas deste tipo representam polêmica certa. Quem está nele comemora como quem recebe um Oscar, festeja com os funcionários e alardeia a conquista aos quatro ventos. Quem fica de fora diminui a importância do fato, questiona os critérios e, muitas vezes, até a idoneidade do realizador. (more…)

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03Feb2011

A Minha Lista de 25 Livros Imprescindíveis em Sustentabilidade

O primeiro artigo da coluna Pensamento Sustentável de 2011, com o título Para botar em dia a leitura sobre sustentabilidade, gerou elogios, bons comentários e uma provocação que invariavelmente sucede a publicação de textos sobre livros, mas também filmes e até empresas sustentáveis. Resultado da fixação das pessoas por listas e rankings – que o sociólogo italiano Umberto Eco capturou bem no seu mais recente livro, a Vertigem das Listas -, alguns leitores cobraram deste especialista a indicação de um ranking dos “10 melhores livros” já publicados sobre sustentabilidade. Tarefa complexa, por três razões. Primeira: sustentabilidade é um campo de conhecimento novo, multidisciplinar e compreende uma infinidade de subtemas e enfoques que, para serem perscrutados em sua totalidade, exigiriam um conhecimento, na maioria dos casos, muito específico em cada uma das diferentes Ciências – Exatas, Biológicas e Humanas. Em segundo lugar: a “audácia” de escolher os “10 melhores” só pode ser cometida, a rigor, por alguém que tenha lido senão todos, a grande maioria dos títulos sobre o tema. Não é o meu caso. Não creio que seja o de ninguém. (more…)

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26Jan2011
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Para botar em dia a leitura sobre sustentabilidade

Janeiro é sempre uma espécie de teste de fogo para o cumprimento daquelas promessas que, culposos, nos fazemos na virada de ano. Se você, caro leitor, assumiu para si o encargo de pôr em dia a leitura de livros de sustentabilidade que atolaram em sua mesa ou que pensou em comprar na última circulada por uma livraria, faço aqui as minhas recomendações de bibliografia básica. São quatro livros distintos que vão atualizar seu arsenal de ideias, inspirar e provocar boas reflexões. O primeiro é O Que os Economistas Pensam Sobre Sustentabilidade (Editora 34, 285 páginas). Devorei a obra em duas viagens de avião. Para ser mais preciso, em cinco horas. No começo da leitura, moveu-me uma curiosidade jornalística por conhecer as ideias de economistas de campos ideológicos antagônicos, como Antonio Delfim Netto e Aloizio Mercadante. Mas logo – confesso –estava lendo uma a uma das quinze entrevistas em busca de comparar semelhanças e divergências de pontos de vista entre pensadores cujas teses conheço de longa data, como Edmar Bacha e Maílson da Nóbrega, com outros cuja obra aprendi a admirar, mais recentemente – casos de Eduardo Gianetti e Sérgio Besserman. Não sendo um economista, muito menos um

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17Nov2010

Sustentabilidade Pode Fazer Bem ou Mal para o Valor Reputacional e de Mercado das Empresas

Sobreviver corporativamente hoje e no futuro passa por entender que qualquer organização empresarial faz parte de um todo, que deve ser sustentável. Para que ela tenha sucesso, seu ambiente, formado pelo conjunto de seus stakeholders diretos e indiretos, deve ter sucesso e deve prosperar. O conceito de Sustentabilidade Corporativa está embasado no “triple bottom line”, termo cunhado pelo cientista social inglês John Elkington, fundador da SustainAbility, reconhecida empresa especializada em aconselhamento de negócios sustentáveis, que estuda o assunto há mais de 30 anos. A expressão “triple bottom line” reúne, simultaneamente, o resultado econômico-financeiro, o resultado social e o resultado ambiental - cada vez mais valorizado por acionistas e clientes, tornando-se um imperativo para o sucesso das corporações. O lucro empresarial permanece imperativo, porém deve ser entendido como combustível para o alcance da missão das empresas. Ao mesmo tempo, a sociedade passa a exigir dessas empresas, principalmente as de capital aberto, que adotem a prática da transparência nos seus processos de governança corporativa e distribuição de riquezas. Os consumidores, por sua vez, estão cientes de seu poder de transformação social e demandam responsabilidade das empresas no que se refere às questões sociais e ambientais. O novo cenário dita: é premissa pensar além das cifras; é preciso avaliar o que o mercado e seus stakeholders, o país e o mundo vão ganhar também.

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03Nov2010
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E-Book – Sustentabilidade na Competitividade dos Negócios

E-Book Sustentabilidade na Competitividade dos Negócios DOM Strategy Partners 2010 View more documents from DOM Strategy Partners

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03Nov2010

Sustentabilidade Sem Percepção Não Tem Valor

Que a Sustentabilidade faz parte da pauta do momento nos fóruns corporativos, sejam de alto, médio ou baixo escalão já não é novidade. Os conceitos estão cada vez mais sendo compreendidos, iniciativas (pontuais ou estratégicas) adotadas e resultados obtidos por empresas e instituições. Porém, olhar as dinâmicas que fomentam ou impedem a adoção da Sustentabilidade em um espectro mais amplo – inserida no modelo econômico, setorial e de negócios e não como atividade filantrópica, indireta ou colateral – é crucial para se garantir, não apenas um impacto positivo no triple bottom line, como também um ganho real de Reputação, através – mas não somente - da associação contínua do atributo “Sustentável” ao processo de Branding e Comunicação com os diversos Públicos de Interesse.

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03Nov2010

Os “BRICS” (Argh) no Futuro da Economia Global e a Paz como Vantagem Competitiva para o Brasil

Neste artigo, procuraremos lançar mão da idéia de que, dada a atual conjuntura global e suas perspectivas para os próximos anos, o Brasil pode, de fato, se posicionar como um dos principais países emergentes nos próximos 50 anos, dividindo este posto com China e Índia. Da forma como enxergamos aqui na DOM Strategy Partners, podemos dividir o mundo hoje basicamente em 11 blocos:

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03Nov2010

Sustentabilidade – Mais do que Consciência, uma Questão de Renovação

Sustentabilidade é um tema que vem atraindo grande interesse dos mais variados públicos. Sua importância cada vez mais é explicitada e comprovada com dados e acontecimentos que impactam a todos nós de forma extremamente perceptível. Todos percebem ou são afetados diretamente pela qualidade do ar, pela pobreza e miséria, pelo clima, pelos preços de produtos (que usam insumos cada vez mais escassos), pelos desastres naturais, pelas plataformas políticas (vide Marina Silva na última eleição presidencial), dentre outros. Neste contexto em que ninguém pode se eximir das responsabilidades e impactos gerados pelas nossas próprias ações, este é assunto que afeta nada menos do que toda a humanidade. De alertas proferidos pelos chamados ecochatos à pauta de discussão de organizações internacionais, grupos de países, países, empresas, comunidades e famílias, todos parecem consensar, em alguma dimensão, que o futuro do mundo e de todos que nele habitam está sob risco (sem falsos alertas ou extremismos).

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03Nov2010

Temas Críticos, Diretrizes e Gestão ou os 3 passos de uma Estratégia de Sustentabilidade Vencedora

Percepção de Valor de Sustentabilidade No que tange à sustentabilidade, a reputação e a credibilidade de empresas como Natura e Santander (ainda muito por efeito oriundo do Banco Real) são resultado da capacidade dessas empresas de apreenderem os conceitos de sustentabilidade e os transformá-los em práticas tangíveis e gerenciáveis. Dessa forma elas têm sido capazes de co-construírem com (e para) seus stakeholders operações mais eficientes sob a ótica do Triple Bottom Line. Nesse artigo, analisaremos brevemente os 3 passos de uma estratégia de sustentabilidade vencedora. 1. Identificar os Temas Críticos em Sustentabilidade para seus stakeholders Partindo do pressuposto que a Sustentabilidade, como ativo e como prática, já estão endereçadas na estratégia e no negócio da companhia – pelo menos como conceito/intenção, o primeiro pilar de uma estratégia de sustentabilidade vencedora é a identificação dos temas críticos de sustentabilidade para seus stakeholders, o que necessariamente presume um mapeamento detalhado e criterioso sobre quem são os stakeholders da empresa, de suas marcas, produtos e serviços. (more…)

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06Oct2010

Gestão de Ativos Intangíveis: O Caminho do Crescimento com Valor Sustentável

É consenso entre as empresas e seus executivos que procurar novos focos para gerar crescimento de dois dígitos de forma a satisfazer os mais exigentes acionistas é tarefa tão necessária, quanto árdua. Fato é que são poucas as empresas globais que têm conseguido gerar, de forma consistente e contínua, margens de crescimento superiores a 10% ao ano. Neste jogo do mercado, a prerrogativa do acionista é a remuneração de seu capital na máxima possibilidade possível. A obrigação do gestor, do líder, do CEO, é criar estratégias e mecanismos para que isso seja possível, usando o mínimo de recursos possível. O inimigo é a concorrência, que compete pelos recursos escassos de market-share, mind-share e pocket-share. O Big Brother é o mercado e seus analistas, traders, investidores, market-makers e reguladores, que julgam as estratégias dessas empresas, impondo, em mercados mais desenvolvidos, o desafio da performance superior quarter a quarter. Fecham a equação de agentes, outros influentes reguladores, como ONGs e imprensa, que têm o poder de amplificar para o bem ou para o mal o que cada competidor faz para vencer o jogo, o Governo e a Sociedade e seus diversos interesses, os clientes e consumidores com seus diversos chapéus (e todo poder de conferir, em última instância, a vitória a quem desejarem) e os “aliados” que trabalham em/para cada competidor, traduzidos na figura de colaboradores, terceiros, fornecedores, parceiros, etc.

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