Arquivo de Convergência Archives - TheDOMNetwork!

21Oct2010
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Incêndios, Dinossauros e Convergência. O que Isso Tem a Ver com seus Clientes

O fenômeno da Convergência vem modificando padrões tecnológicos e de competitividade em vários setores. Agora, em sua 3ª Onda, ela vem modificar profundamente as expectativas sobre atendimento e relacionamento que clientes têm sobre as empresas, inclusive a sua. Apreender essas expectativas e incorporá-las aos modelos de atendimento será premissa de competitividade e sobrevivência. Saiba mais nesse artigo. Convergência 1.0 (Tecnologia) + Convergência 2.0 (Setores) = Grande Incêndio de Londres (more…)

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14Jan2010
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M-Commerce: Hoje? Amanhã?

Recentemente superarmos, segundo a Anatel, o patamar de 170 milhões de celulares no país. Os assinantes brasileiros somam-se aos outros 2,7 bilhões de usuários no resto do mundo. Como dar sentido a essa afirmação? Isso significa que: Aproximadamente 40% da população do mundo atualmente carregam um celular, Há hoje mais celulares do que veículos (800 milhões registrados no mundo) e que cartões de crédito (1,4 bilhão), Demorou mais de 100 anos para que os telefones fixos fossem disponibilizados em 80% dos pa

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14Jan2009

A Internet BBB: Boa, Bonita e Barata

As possibilidades da utilização corporativa da Internet convergem em diversos aspectos, reforçando ainda mais os critérios que transformaram a Web no fenômeno de comunicação e relacionamento que é. Dentre os benefícios e vantagens existentes, vamos destacar o aspecto de redução de custos. Para tal, vale evidenciar algumas características da rede que, per si, representam custos relativos e nominais menores quando comparamos com a utilização de meios físicos tradicionais para a realização de ações de comunicação, atendimento, vendas e compras (procurement), por exemplo.

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04Dec2008

Ensino à Distância: Tendência ou Modismo?

Mesmo depois de quase 10 anos, ainda há muita dúvida sobre a viabilidade e eficácia de projetos de Ensino à Distância, mormente de E-Learning, modalidade de ensino e treinamento que deve ganhar muita força com a convergência e a TV Digital.Então, a fim de analisarmos a questão a fundo, propomos assumir neste artigo ambos os chapéus: de defensores do EAD e de críticos do EAD. Como defensores, podemos atestar que este modelo pode ser, de fato, o catalisador do processo de educação e formação profissional dos indivíduos, uma vez que possibilita a conciliação de 2 grandes variáveis críticas no processo educacional: (a) desprendimento de tempo e lugar e (b) riqueza de informações, conteúdo e experiências. Em outras palavras, o EAD é um modelo educacional capaz de tornar a educação um processo sistemático e contínuo na vida agitada dos profissionais (e empresas) de hoje. E isso é ótimo, pois reduz tempo e custos, complementa e suporta aprendizados em campo, reforça estudos "perdidos" em aulas presenciais e seminários, etc, etc.

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04Dec2008

A Banda Larga É a Ponte para a TV Digital?

Certamente muitas pessoas já se perguntaram qual a verdadeira função do acesso via banda larga e desconfiam até mesmo que nunca irão precisar, categorizando toda e qualquer possibilidade de gasto com acesso mais rápido à Internet como supérfluo.A banda larga tem sido um grande paradoxo na Internet. Até o momento, inspirou grandes esperanças e grandes desapontamentos. Empresas e usuários esperavam que a tecnologia de acesso rápido à Internet resolvesse problemas característicos da Internet atual, tais como downloads demorados, fornecimento de conteúdo multimídia defasado, perda de conexão e processos demorados de discagem. A banda larga no Brasil continuou, em muitos casos, lenta. Por quê? Depende do que se chama de banda larga. A Internet em alta velocidade inclui acesso por linhas ISDN (Integrated Services Digital Network), redes locais, modems a cabo ou conexões ADSL. Em comparação aos seus colegas dial-up, quem usa banda larga visita mais Sites, acessa mais conteúdo multimídia e gasta mais tempo online. Porém, é importante ressaltar alguns pontos antes de se falar sobre dados de banda larga.

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04Dec2008

Interesses na TV Digital? De Quem?

Convergência, Integração e Sinergia (cada uma em seu contexto de uso) são palavras da moda que e nos indicam que tudo o que puder ser integrado e centralizado será. Qualquer nova mídia, canal, funcionalidade que passa por aperfeiçoamentos e inovações incrementais (miniaturização, componentização, encapsulamento, etc) tem como principal destino se mesclar com os devices de telefonia móvel em celulares, smatphones e mediaphones do gênero. A tendência que se mostra mais evidente (e desejada) é a integração do vídeo e imagem (televisão) a este canivete digital. E quando se fala de imagem e vídeo estamos falando de TV Digital (que é muito mais que isso). Mas não qualquer TV Digital, mas sim a genuinamente interativa, que permite a personalização do conteúdo e utilização de serviços associados como publicidade, compras, pesquisa, colaboração, suporte, chat, navegação, etc, criando um ambiente interconectado em termos de conteúdo e agentes e repleto de intertextualidade (agora não só texto, mas intermídias), não TV Digital apenas imagem de qualidade superior para os canais tradicionais (que são mais do que escassos em oferta de transmissão digital). Afinal, qual o sentido de se gastar um preço de desnatação de mercado em receptores digitais? Além de Globo, SBT, RedeTV e Bandeirantes, há algum mais digital? O paradoxo é que a centralização do poder na mão do usuário tem como efeito colateral a redução do poder dos fabricantes e empresas de material intangível e bitizável. Nem todos se interessam por essa equação.

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04Dec2008

Case com os Seus… mas Desejes o Cliente do Próximo!

O Brasil, principal player de telecomunicações da América Latina, pode considerar o ano de 2008 como sendo um dos melhores para o setor da telefonia celular. Com 4.007.056 novas habilitações (crescimento de 2,85%), outubro de 2008 registrou o terceiro maior número de habilitações desde a implementação da telefonia celular no Brasil, atrás apenas dos meses de dezembro de 2007 (4.666.276) e dezembro de 2004 (4.416.843). Com esse resultado, o Brasil chega a 144.795.618 assinantes no Serviço Móvel Pessoal (SMP). Do total de acessos, 117.636.699 (81,24%) são pré-pagos e 27.158.919 (18,76%) são pós-pagos.O número de assinantes no serviço cresceu 19,69% em dez meses. As 23.815.515 novas adesões nesse período são 52,33% superiores às 15.634.153 habilitações registradas no mesmo período de 2005 e 13,08% maiores que os novos acessos habilitados em todo o ano de 2007, o que torna 2008 o melhor ano na telefonia celular. Em 2007 o Brasil se situava na 5º colocação do ranking mundial de aparelhos celulares (UIT), atrás de Rússia, Índia, EUA e China, representando cerca de 3,7% do mercado mundial de telefones celulares. Com crescimento de 2,73%, a teledensidade (número de telefones em serviço em cada grupo de 100 habitantes) no Brasil alcançou o índice de 75,24. Comparado a outubro de 2007, quando o índice era de 60,42, o crescimento foi de 24,52%.

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16Jul2008

Convergindo de X e para Y

Integrar, convergir, consolidar. Verbos estranhos ao vocabulário popular, mas que expressam nosso desejo cotidiano de ter todas as ferramentas que precisamos, para viver e sobreviver no mundo moderno, em um único objeto. Simples ou complexos, o fato é que criamos tanta afeição e apego a estes aparelhos multi-funcionais que preferimos utilizá-los em qualquer circunstância, mesmo que tenhamos que fazer algumas concessões em nossos rígidos critérios de decisão. O aparelho celular é, por prerrogativa e tendência, o melhor símbolo do "objeto pessoal definitivo" e o elemento central do movimento de convergência de mídias, fluxos de informação, funcionalidades e ferramentas tecnológicas em um único device. Na nova era das telecomunicações, inaugurada e potencializada por tecnologias como 3G e Wi-Max, os celulares deixam de ser apenas telefones e se tornam híbridos interconectados online de telefones inteligentes (Smartphones), assistentes pessoais digitais (PDAs) e centrais multimídias de entretenimento (Media Center). Porém, a convergência representa mais do que um objeto com muitas funcionalidades. É a generalização de tudo o que pode ser transacionado de forma digital em: dados - não importando o formato (texto puro, código, imagem, vídeo, áudio, ou todos estes combinados), objetivo (informativo, comercial, publicitário, relacionamento, de conteúdo, etc) ou fonte (privada/corporativa/pública, pequeno/grande porte). Em suma, o device que estiver apto a gerar, disseminar e transacionar (principalmente de forma colaborativa) os dados em suas múltiplas facetas será a plataforma vencedora na preferência do usuário em cada contexto de uso, quando comparada às possibilidades mais, digamos assim, offline. Pode ser um celular, para a visualização do mapa que indica a melhor rota para se chegar a algum lugar; a televisão digital, para acessar o conteúdo extra ou informações detalhadas de um filme, novela ou seriado ou até uma geladeira 2.0 para consultar a melhor forma de armazenar um determinado alimento ou preparar uma receita para o almoço. Assim, não é exagero imaginar que futuramente, ao lado de toda e cada tomada de eletricidade, existirá uma tomada de conexão à Internet (isso se a Internet já não vier através da rede elétrica ou disseminada por wireless em qualquer local), para que cada aparelho eletrônico "funcione", uma vez que o conceito de funcionar será associado a "estar conectado". Diversas novas aplicações e serviços podem ser identificados como frutos dessa nova realidade de combinação 1) Dados (formato x objetivo x fonte), 2) Plataforma/Device e 3) Contexto de Uso. Quando pensamos no celular como plataforma, os exemplos se multiplicam. Destacamos alguns que alçaram a convergência a um novo patamar como a possibilidade de assistir televisão digital pelo celular, a realização de chamadas de vídeo-conferência (voz e imagem e alta qualidade) e a possibilidade de acesso a redes sociais como o MySpace e até mesmo ao programa de mensagens instantâneas MSN Messenger pelo celular. A Televisão Digital, que mesmo após seu alardeado lançamento no Brasil ainda não apresentou as funções de interatividade, relacionamento e shopping muito especuladas, além de uma qualidade de imagem superior, deverá ser o principal device de inclusão digital no longo prazo. Porém, enquanto os órgãos de regulamentação se atêm às disposições legais e aos interesses das empresas de mídia no grau de concessão e liberdade para a TV Digital, já é possível vivenciar uma experiência de interatividade potencializada pela televisão, a partir de uma plataforma de games como o Playstation 3. O PS3 agrega funcionalidades como acesso à Internet, Redes Sociais Virtuais 3D (veja vídeo abaixo), Comunidades de Games e o Download/Streaming de Canais, Filmes e Vídeos, tanto de forma gratuita, como paga, algo ainda muito distante da televisão digital como a conhecemos (em conceito, claro) [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=8ZY2vwlh5-g] Por fim, o computador em si, seja desktop ou notebook - que possibilitou o desenvolvimento e miniaturização das tecnologias que foram a porta de entrada para a Internet e redes de dados a todos os demais devices - agrega todos os serviços passíveis de serem "bitizáveis", como a realização de chamadas telefônicas e streaming de vídeo (canais, filmes, seriados, etc) e áudio (rádios, podcasts, etc). (more…)

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15Jul2008

Mobilidade Corporativa: Uma Tímida Realidade, Um Futuro Promissor

A mobilidade está cada vez mais presente em nossas vidas, seja pessoal ou profissional. Fenômenos como telefonia celular, Internet e tecnologias de conectividade transformaram drasticamente a maneira de se relacionar, trabalhar, comunicar e se divertir. Com aproximadamente 130 milhões de celulares habilitados no Brasil e uma densidade de 68,2% (68,2 cel/100 habitantes), não restam dúvidas que a mobilidade é uma realidade irreversível. No mundo corporativo a necessidade de ferramentas de mobilidade é cada vez mais uma constante. De acordo com pesquisas realizadas, os colaboradores trabalham, em média, 25% de seu tempo longe de suas mesas ou do escritório (externos, em clientes, home-office - este pouco incentivado no país, etc). Receber e enviar e-mails, acessar dados e informações da Intranet da empresa ou ainda prover os colaboradores que trabalham em campo com ferramentas e dispositivos que permitam a comunicação em tempo real são algumas das funcionalidades que geram ganhos de eficiência nos processos de comunicação e vendas.

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15Jul2008

A TV Digital Não Está Pegando!? O Modelo da TV Aberta Está Ameaçado… mas Sobrevive

O principal modelo de negócio da indústria da televisão é baseado na venda do tempo de comercial dos programas para agências de publicidade que são contratadas para fazer a propaganda de empresas anunciantes. As vendas de produções para outras emissoras e a comercialização de produtos licenciados são outras fontes de receita para as TVs, porém essas alternativas ainda possuem uma participação muito pequena no total arrecadado pelas redes. Há uma forte disputa por audiência, que muitas vezes é traduzida na forma de programas populares que buscam atrair mais e mais telespectadores a qualquer custo. Esse sistema vigora há muito tempo e pode-se dizer que a TV aberta cresceu e consolidou-se baseada na mídia de massa. A precificação dos produtos dessa indústria - nesse caso, o tempo de comercial - é baseada em indicadores como o CPM (custo por milhares de domicílios alcançados). Segundo esse critério, quanto menor for o CPM de um determinado programa, mais vantajoso para o anunciante será aparecer nessa atração, pois a mensagem publicitária atingirá um grande número de pessoas a um custo relativamente mais baixo.

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