O Valor das Empresas está em seus Relacionamentos
A capacidade de gerar ou agregar o valor das empresas, seja ele tangível ou intangível, é diretamente proporcional à qualidade de seus relacionamentos corporativos e da forma como gerencia a percepção de seus principais stakeholders em relação aos seus ativos de valor através de seus diversos canais, mídias e veículos. Ou seja, o valor de uma empresa é determinado pelos seus stakeholders externos e cabe à empresa construir relacionamentos de qualidade pautados em experiências diferenciadas para potencializar seu valor ao longo do tempo.
Leia maisGestão de Ativos Intangíveis: O Caminho do Crescimento com Valor Sustentável
É consenso entre as empresas e seus executivos que procurar novos focos para gerar crescimento de dois dígitos de forma a satisfazer os mais exigentes acionistas é tarefa tão necessária, quanto árdua. Fato é que são poucas as empresas globais que têm conseguido gerar, de forma consistente e contínua, margens de crescimento superiores a 10% ao ano. Neste jogo do mercado, a prerrogativa do acionista é a remuneração de seu capital na máxima possibilidade possível. A obrigação do gestor, do líder, do CEO, é criar estratégias e mecanismos para que isso seja possível, usando o mínimo de recursos possível. O inimigo é a concorrência, que compete pelos recursos escassos de market-share, mind-share e pocket-share. O Big Brother é o mercado e seus analistas, traders, investidores, market-makers e reguladores, que julgam as estratégias dessas empresas, impondo, em mercados mais desenvolvidos, o desafio da performance superior quarter a quarter. Fecham a equação de agentes, outros influentes reguladores, como ONGs e imprensa, que têm o poder de amplificar para o bem ou para o mal o que cada competidor faz para vencer o jogo, o Governo e a Sociedade e seus diversos interesses, os clientes e consumidores com seus diversos chapéus (e todo poder de conferir, em última instância, a vitória a quem desejarem) e os “aliados” que trabalham em/para cada competidor, traduzidos na figura de colaboradores, terceiros, fornecedores, parceiros, etc.
Leia maisCompetividade, Vantagem Competitiva e os Intangíveis
Alta competitividade é um estágio que se alcança quando os principais critérios competitivos que regem determinado mercado de atuação são alcançados, a ponto de a empresa conquistar e manter os principais clientes e participar, de forma crescente e sustentável, com fatias de mercado adequadas às suas aspirações estratégicas, de posicionamento e de reputação, assim como, obviamente, financeiras e de valor. Empresas, assim como os organismos vivos em geral, dependem de sua capacidade de adaptação e mudança aos desafios impostos por seu meio ambiente (ecossistema). A dinâmica em que os mercados evoluem traz consigo mudanças de diferentes ordens e de diferentes origens, sem uma lógica linear ou totalmente previsível de acontecimentos e impactos, dada a diversidade de papéis e influências que cada uma das partes, atores deste ecossistema, sofre no processo de absorção e resposta a estas mudanças, assim como na interação com seus principais stakeholders.
Leia maisA Década dos Ativos Intangíveis, Modelos de Avaliação e o IAM®
Essa década foi marcada por um fato inédito na história do valuation das empresas. Pela primeira vez, uma percentagem significativa e crescente do Valor, Fontes de Renda, Sustentabilidade Futura e Ganhos Potenciais das empresas passaram a estar nitidamente associados aos Ativos Intangíveis, ao invés dos tradicionais primos Tangíveis. Pesquisas da DOM Strategy Partners apontam que em alguns setores até 75% do valor de mercado de uma empresa está associado à percepção que os stakeholders têm sobre sua Marca, sua Gestão de Talentos, sua Governança Corporativa, sua Capacidade de Inovação e outros atributos intangíveis. Como decorrência desse fato, acadêmicos, especialistas, pesquisadores, legisladores e executivos propuseram, nos últimos anos, diferentes modelos para a identificação, valoração e gestão dos Ativos Intangíveis no âmbito empresarial. Via de regra, tais modelos podem ser agrupados em quatro grandes categorias que serão avaliadas brevemente nesse artigo. (more...
Leia maisOs riscos do “Brasil que dá certo” e a essência da gestão.
Por: Sandro Magaldi A metáfora que melhor representa o atual ambiente de negócios é a velocidade. Como consequência dos avanços tecnológicos e da conquista de maior poder pelos consumidores nós, gestores, temos sempre a percepção de estarmos olhando o mundo pelo espelho retrovisor, pois mal assimilamos um padrão e já temos outros desafios pela frente – muitas vezes frontalmente opostos ao primeiro.
Leia maisEconomia Criativa. Criar Futuros Desejáveis.
Por: Lala Dehenzelin Escrevo este artigo como uma ficção embasada por minha experiência em consultoria para governos e empresas, os conceitos que dela derivam e as visões de futuro que resultaram dos workshops que realizamos. Parto de dois temas com os quais atuo e que são fundamentais (1) economia criativa: a grande estratégia de desenvolvimento sustentável do século XXI (2) criar futuros desejáveis: um processo essencial para gerar motivação, inovação e oportunidades. Olhando imagens e visões do “passado do futuro” fica claro que aquilo que vivemos hoje foi antes sonhado: telecomunicações, computação, carros, cidades, medicina diagnóstica, formas de lazer. Através do meios de comunicação isso mobilizou nosso desejo e inseminou o presente. Agora, é a nossa vez de sonhar e criar novos modelos de vida e negócios que possam ser sementes de futuro e sirvam para orientar nossas escolhas do presente.
Leia maisInformation Based Company: Da Inovação à Gestão
Este é um momento complexo no ambiente de negócios e na sociedade. Fenômenos econômicos e sociais de alcance mundial estão reestruturando a dinâmica dos negócios. A globalização da economia, alavancada pela tecnologia da informação, é uma realidade inescapável. A gestão deve se tornar cada vez mais adaptativa aos novos cenários que vão sendo traçados Na década de 90, os países em desenvolvimento passaram a confrontar-se com o desafio da modernização das estruturas de produção e da reestruturação dos processos de gestão. O binômio inovação tecnológica X competitividade passou a ter importância estratégica para a participação no mercado internacional. A gestão passou então a se alinhar à tecnologia da informação.
Leia maisA Gestão do Conhecimento 2.0
Posicionar-se competitivamente no ecossistema e sobreviver significa conseguir selecionar corretamente as informações disponíveis e utilizar eficientemente o conhecimento para tirar vantagem frente aos competidores. Uma vez que produtos e serviços (em todos os seus níveis de qualidade e performance) podem, teoricamente, ser copiados ou substituídos por ofertas de competidores diretos e indiretos, podemos inferir que as vantagens competitivas neles baseadas são transitórias e que, portanto, o real diferencial de uma organização parte da utilização do conhecimento como insumo para a melhor tomada de decisões. De acordo com a Metodologia KIM®, proprietária da DOM Strategy Partners®, existem quatro etapas principais no processo de utilização do conhecimento como diferencial competitivo para as empresas: (i) a captação (criação, compra, geração, interação etc), (ii) o beneficiamento (processamento, transformação, combinação, armazenamento, etc), (iii) a disseminação (personalização, venda, compartilhamento, disponibilização etc) e (iv) a gestão em si. Gestão do Conhecimento é a prática criada para coordenar essas quatro funções.
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